Monday, December 18, 2017

Ler e escrever.

                  O tema de hoje, parecer chover no molhado, mas se quisermos escrever melhor, a leitura se torna algo obrigatório. Mas eu acrescento muitas outras atividades para uma boa escrita, entre elas estão, se conhecer melhor, observar as pessoas quando falam e o que falam.
              Acredito eu que se uma pessoa quer escrever, além de muita criatividade, deve ser um exímio observador da vida e das relações humanas. Existem autores que são fenomenais nessa arte e conseguem prender seus leitores, e quando eu digo aqui prender, é praticamente raptar o leitor para dentro do livro.
              Sempre gostei muito de ler e também sou muito falante. Escrever é algo um tanto complicado para mim, mas eu tenho que exercitar isso em mim. Pois acredito que a escrita é de veras importante para a comunicação e para de certa forma imortalizar nossas ideias e também nosso conhecimento.

              Então, vamos lá! Ler e escrever, escrever e ler. Observar, perguntar, ouvir, sentir, pensar, refletir e escrever.  

Sunday, December 17, 2017

Peppa Pig

             Uns tempos atrás andou circulando por diversas redes sociais um estudo que dizia que assistir a Peppa Pig era prejudicial para a formação psico-social da criança. Mas esse estudo esqueceu de dizer que isso foi embasado na primeira temporada, a qual até já foi retirada do as há um bom tempo. Pois notou-se a rejeição dos pais.
              As demais temporadas não apresentam os problemas apontados pela referida pesquisa, pois os autores e criadores, souberam lidar com as criticas. E hoje quando assisto Peppa com a minha filha, o que assisto é uma família muito presente. Vejo que ela não é egoísta, mas também possui falhas como nós todos humanos.
              Gosto muito da mãe da Peppa, a qual não permite que ninguém a diminua ou ofenda alguém de sua família. As crianças sempre estão fazendo coisas de crianças, não é nenhum desenho tipo Missão Impossível  infantil. Dou muita risada, pois mesmo com traçado simples, há nos personagens muita expressividade.

              Pode-se escrever uma dissertação sobre este tema, mas eu queria mesmo era fazer uma reflexão sobre a Peppa que é muito apedrejada por muita gente que nem ao menos se dá ao trabalho de assisti-la, apenas ecoa as críticas já postas. 

Saturday, December 16, 2017

Brincar.

             Com nascimento da minha filha, parece que ganhei um novo alvará de infância. Pois quando se é adulto e gosta de brincar os demais adultos te olham estranho. E para parecer um pouco normal, ou você tem um filho ou você busca uma profissão em que possa brincar sem parecer muito esquisito.
              Pois bem já fui recreacionista infantil, o que era muito divertido. Dava um trabalhão, mas eu gostava muito em poder proporcionar as demais crianças brincadeiras super divertidas. Também já lecionei no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, e sempre que podia encaixava alguma brincadeira com o conteúdo programático. O que tornava as aulas e o aprendizado muito mais tranquilo para os alunos.
              Mas hoje sou mãe, e não há comparação brincar com seu filho ou com as demais crianças. Poder acompanhar o desenvolvimento do seu filho nas brincadeiras e como isso aumenta os laços afetivos da relação. Sou uma defensora da brincadeira, do lúdico em todas as fases do desenvolvimento humano.
              Acredito que se todos nós adultos tomássemos mais tempo de nossas vidas brincando ou proporcionando brincadeiras para as nossas crianças a nossa sociedade seria melhor futuramente. Pois isso geraria uma maior maturidade aos futuros adultos desta sociedade. A infância, acredito eu, é a fase mais importante do ser humano. É ela que vai determinar todo o seu desenvolvimento e se refletirá na fase adulta.  
              Vamos brincar mais, sair para fora das paredes quando possível, brincar ao ar livre, se sujar, correr e gastar todas as energias. As crianças de hoje agradecem, mas os adultos de amanhã serão eternamente gratos por nossas atitudes nesse sentido.

Thursday, December 7, 2017

A importância de ser voz e não eco.

          Hoje na internet devido a conjuntura do Brasil, acompanhamos um momento de polarização nas discussões. E isso não se dá apenas em discussões sobre política, ocorre em todos os assuntos, educacionais, artísticos, econômicos e assim por diante.
          Mas o que quero dizer com isso, é que tal polarização deixou o pessoal com preguiça de pesquisar, de ir atrás da fonte da informação. ficam repetindo e amplificando por muitas vezes opiniões de alguns poucos que escreveram algo. Isso é de uma probreza e mediocridade muito grande, como consequência temos perólas de qualquer espécie. 
           A preguiça em pesquisar em ir atrás da real informação já derrubou até mesmo profissionais da informação tarimbados, não digo apenas no Brasil, mas sim no mundo como um todo. É só acompanhar o que ocorreu com jornalistas da CNN que foram desmascarados pelo Tump após a sua eleição nos E.U.A. . 
           Um eco pode sim influenciar até mesmo em campanhas eleitorais, pode resultar em suicídio pelo assassinato de reputação. Pode influenciar até mesmo em queda ou forte alta de bolsa de valores, ou algo mais drástico ainda, em guerra.
            Devemos sim ter responsabilidade pelo que se escreve, pelo que se divulga. Pois a internet democratizou e acelerou também o acesso a informação, sem contar a sua forte capacidade de pulverização e amplificação da mesma.
 Não é censura o que digo, mas sim ética de todas as formas.

Audiência Pública na Câmara Municipal de Vereadores de Foz do Iguaçu - PR: A questão do ensino da Ideologia de Gênero e a Escola Sem Partido nas escolas municipais.

       No referido dia não me dirigi à Câmara para assistir a audiência pública, pois já previa que haveriam muitas pessoas tanto dentro quanto fora da instituição. Sabia também que seria um embate acalorado e não estava disposta a ouvir despautérios de quem quer que fosse.
          Assim sendo, telefonei para a Câmara naquele dia para saber se havia algum modo de assistir a audiência por meio da internet, e para a minha alegria havia sim. Assisti então ao vivo a sessão no conforto da minha casa, sem acotovelamentos e tampouco o calor escaldante daquele dia. 
        A imagem e o áudio em perfeita qualidade, o meu sofá e o ar condicionado também. Ao contrário dos discursos inflamados pelos dois lados, com pobreza de argumentos, de erudição e miséria de conhecimento cientifico sobre questões ali tratadas.
            Muitos representantes comunitários, sindicais e lideranças classistas. Faltou "tutano", lastro cientifico e cultural. Faltaram ali psiquiatras, psicólogos, neurologistas, psicopedagogos. Para explicarem se isso é ou não relevante para crianças de até dez anos de idade.
           A discussão ficou apenas na defesa de pontos de vista devido a trajetória de vida dos discursantes. Sinto que poderia ter sido uma experiência mais proveitosa para a sociedade iguaçuense, se melhor organizado fosse. 

Wednesday, June 11, 2014

A desobediência civil (Henry Davis Thoreau)

           O livro foi escrito em 1849, nos Estados Unidos da América, tão distante historicamente do nosso contexto atual, mas muito próximo os problemas por ele levantado e também os questionamentos. Devemos ler, mas ler com atenção e com a devida reflexão por ele sugerida. Trata-se de um livro curto e de fácil leitura, mas de profunda reflexão sobre impostos, Estado, governo e cidadão.
           É um livro que mexe com os conceitos sobre governo. A insatisfação de um cidadão em pagar impostos e também com as instituições sociais, como a igreja. A negação do pagamento dos impostos, se raciocinarmos, gerou mais gasto para o governo com a prisão do sujeito que por sua vez parou de produzir. Então até que ponto a lógica estatal está correta?
          O leitor consegue visualizar a indignação do autor por meio de sua vivência diária. Tendo em vista que o governo, no caso do Brasil, uma hora ou outra acaba esbarrando na burocracia estatal. A vida do cidadão, querendo ou não é toda normatizada pelo Estado, uma vez que este acaba tendo que arcar também com as consequências das escolhas individuais, então o mesmo assim sendo, possui o direito de intervir quando o custo será alto para ele.

Sunday, June 1, 2014

Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo.

       É um livro interessante e de leitura fácil, assim como os outros da mesma coleção. O mais bacana de tudo isso, é que faz com que o leitor busque enxergar os personagens históricos sob uma nova perspectiva. Rompendo assim com a imagem de mitos, cegamente criados pela historiografia.
        A escrita é fluída e recomendo inclusive para os alunos de nível médio. Mesmo sabendo do impacto de desconstrução de alguns conhecimentos. Mas é fundamental, para aprender-se que a História possuí vários vértices. Dependendo mesmo, o enfoque que se dá para cada característica de uma personagem, ele pode ser vilão ou mocinho.